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Produtividade afetiva: mulheres não são máquinas de desempenho

Existe uma pergunta que raramente fazemos quando falamos sobre produtividade: quem paga o preço do desempenho constante? Vivemos em uma cultura que transformou produtividade em virtude moral. Quem produz mais é visto como disciplinado, competente, comprometido. Quem desacelera ou demonstra cansaço frequentemente é interpretado como desorganizado ou pouco eficiente. Mas essa lógica ignora algo…

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