O público chega, conversa, pede uma bebida, aplaude, sorri. No palco, o artista canta e encanta, iluminado por refletores que parecem moldar a cena perfeita. Mas, por trás dessa beleza, existe um mundo que quase ninguém vê, e que pulsa com tanta intensidade quanto a própria música.
Tudo começa muito antes do show. Semanas,…
Um convite a atravessar o que não se vê
Há blocos que passam pela avenida. E há aqueles que atravessam o tempo.
Quando o Bloco Afro Os Negões entra em cena, o que se apresenta ao olhar é dança, percussão, cor e potência coletiva. Mas o que realmente se manifesta é outra camada:…
Existe um equívoco que o mercado repete há décadas — e ele custa caro para quem vive de credibilidade.
Tratar o vestir como “boa aparência” é reduzir uma tecnologia social a um acessório. Como se roupa fosse detalhe. Como se imagem fosse vaidade. Como se o corpo não fosse lido, classificado e interpretado o tempo…
Quem cuida de quem empreende?
Quem cuida de quem empreende?
Quem cuida de quem empreende?
A Bahia transpira criatividade e empreendedorismo. Mas, transformar ideia boa em negócio de sucesso exige um contabilidade estratégica unida a educação financeira administrativa. A seguir, trago uma visão atualizada, roteiro e dicas práticas para ra você organizar o financeiro e crescer com segurança.
O QUE OS NÚMEROS DIZEM: RETRATO DO EMPREENDEDORISMO BAIANO
Novos negócios nascem…
Este é meu primeiro texto como colunista do Portal Pittaco. E escolho começar pelo lugar que não é apenas um ponto no mapa, mas um modo de existir: o Território de Identidade Velho Chico. Um chão feito de histórias, afetos, resistências e pertencimento.
Falar do Velho Chico é falar de gente. De comunidades que…
Divulgação
O empreendedorismo negro não se constitui como um fenômeno recente ou passageiro. Ele é, antes de tudo, uma expressão contemporânea de práticas econômicas, sociais e culturais profundamente enraizadas nas formas de organização comunitária do povo negro ao longo da história. Reduzir o empreendedorismo negro à lógica de “tendência de mercado” é ignorar o caráter ancestral…
Não se trata apenas de um cortejo pelas ruas do Pelourinho. O que se viu foi a reafirmação de uma memória que resiste há mais de dois séculos: o primeiro cortejo popular da Bahia, realizado em 1824, ganhou vida novamente, transformando música, dança e homenagens às mulheres ancestrais em um ato de resistência e celebração…


