Em 2026, a arquitetura de interiores se afirma como contraponto sensível à verticalização das cidades, priorizando afeto, memória e pertencimento.
Entre afrodecoração, memória e afeto, a arquitetura de interiores se torna o principal território de expressão identitária em uma Salvador cada vez mais vertical.
Quando a expressão “casa com cara de casa” ganhou repercussão…


