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O Baiano Tem o Molho: Pimentas, Cultura e Ancestralidade

2 Comentários

  • Rochadi Everton
    Postado janeiro 25, 2026 at 3:17 pm

    Isso é posicionamento cultural na prática.
    O molho não é receita. É código identitário. Origem, atitude e narrativa viva.

    A Bahia não se explica. Se sustenta.
    E é isso que separa marcas com eixo de marcas genéricas. Quem tem raiz não força discurso, manifesta presença.

    Quando ancestralidade vira linguagem e prática, o posicionamento acontece sem performance.
    Não é storytelling. É verdade aplicada.
    E é isso que constrói marcas realmente inesquecíveis.

  • Lúcia Bugarin
    Postado janeiro 25, 2026 at 9:48 pm

    Você foi muito feliz falando desse item da culinária baiana fundamental para realçar os sabores e satisfazer o paladar. Parabéns pela dica tambem.

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